Famoso por inspirar personagens icônicos da Disney como Pluto e Pateta, o Bloodhound - também conhecido como Cão de Santo Humberto - é um cão de grande porte, inconfundív...
Bloodhound





História
Chamado de "pai de todos os cães farejadores", o Bloodhound tem uma história que mistura lenda, devoção e nobreza.
Embora já existissem registros de cães semelhantes na Grécia e Roma antigas, foi na Idade Média que a raça ganhou a forma mais próxima da atual.
Quando monges do Mosteiro de San Humberto, na região das Ardenas (atual Bélgica), iniciaram um dos primeiros programas de criação seletiva da história.
Acredita-se que tenham cruzado sabujos normandos franceses com cães de caça britânicos e raças locais, buscando um animal resistente, de faro apuradíssimo e capaz de rastrear por longas distâncias.
Sob a liderança de Santo Humberto, padroeiro dos caçadores, desenvolveram cães de faro excepcional para rastrear grandes presas, como javalis, lobos e veados.
Chegada à Inglaterra e evolução
Todos os anos, dois exemplares, um preto e castanho, eram oferecidos como presente ao rei da França, que por sua vez os distribuía entre nobres, consolidando sua reputação aristocrática.
Em 1066, durante a invasão normanda, o rei Guilherme levou alguns desses cães para a Inglaterra. Lá, a variedade preta e castanha manteve o nome Bloodhound, enquanto a branca, conhecida como Talbot Hound, acabou desaparecendo.
Nessa época, o trabalho do Bloodhound ainda estava ligado principalmente à caça de grandes animais. Mas, com o tempo, a sua habilidade em seguir rastros logo começou a ser aplicada na busca por pessoas.
Do campo para as lendas
Entre os séculos XII e XVI, os Bloodhounds eram usados nas fronteiras da Escócia para localizar fugitivos e ladrões de gado.
Há registros de que participaram da perseguição a figuras históricas como Robert the Bruce e William Wallace (líder militar e símbolo da resistência escocesa no século XIII).
Na época, recusar-se a liberar um “cão de caça” para rastrear suspeitos podia ser visto como cumplicidade no crime.
O faro lendário também chamou a atenção da ciência. No século XVII, o físico Robert Boyle registrou um caso em que um Bloodhound rastreou uma pessoa por cerca de 11 km, atravessando estradas e vilarejos, até encontrá-la escondida em um quarto.
Reconhecimento e preservação da raça
A padronização oficial do Bloodhound aconteceu na Inglaterra, no século XIX, marcando o início de sua exportação em número significativo para os Estados Unidos e outros países da Europa, onde conquistou fama como cão policial e de busca e resgate.
Durante a Segunda Guerra Mundial, a raça quase desapareceu na Grã-Bretanha, mas sobreviveu graças a linhagens mantidas no exterior, que foram reintroduzidas após o conflito.
Hoje, o Bloodhound é reconhecido oficialmente pela FCI (Grupo 6 – Cães farejadores, sabujos e raças assemelhadas), pela AKC e pela CBKC.
Com o tempo, além de atuar em operações de rastreamento, passou a ser criado também como cão de companhia, mantendo a mesma devoção e sensibilidade que exibia no trabalho, conquistando admiradores em todo o mundo.
Comportamento
O Bloodhound é um cão de temperamento dócil e gentil, conhecido por sua natureza afetuosa com pessoas e outros bichos. Socializar essa raça desde cedo é fundamental para desenvolver confiança e equilíbrio emocional.
A raça apresenta uma sensibilidade natural, que faz com que reaja intensamente tanto a estímulos positivos quanto negativos. A exposição gradual a diferentes ambientes e tipos de companhia ajuda a evitar medos excessivos e comportamentos inseguros.
Como todo cão farejador, tem energia de sobra e precisa de passeios diários e atividades que estimulem o olfato e a mente. Caminhadas longas, brincadeiras de rastreamento e um ambiente seguro ajudam a evitar o tédio e a prevenir comportamentos destrutivos.
Se percebe um cheiro interessante, dificilmente resiste à tentação de segui-lo. Essa curiosidade, aliada ao faro apuradíssimo, exige supervisão constante, já que o cão pode percorrer grandes distâncias sem perceber.
Dentro de casa, costuma ser tranquilo e carinhoso, mas ao ar livre revela seu lado explorador e a habilidade como escavador — características que tornam indispensável manter o espaço bem protegido.
Por reunir instinto de rastreamento e um coração afetuoso, os Bloodhounds precisam de tutores presentes e dispostos a acompanhar seu ritmo, recompensando esse cuidado com lealdade e companheirismo inigualáveis.
Curiosidades
1. O faro do Bloodhound é tão preciso e confiável que, em alguns casos, os resultados de suas buscas foram aceitos como provas em tribunais dos Estados Unidos.
2. A raça entrou para a história como o primeiro cão policial farejador, sendo usada inclusive nas investigações sobre os crimes de Jack, o Estripador, na Londres do século XIX.
3. O Guinness Book reconhece o Bloodhound como o primeiro animal cujas evidências foram consideradas admissíveis na Justiça americana.
4. A palavra inglesa sleuth (detetive) vem do termo escocês sleuthhound, que era usado para se referir ao Bloodhound e, com o tempo, passou a significar “investigador” ou “detetive” de forma geral.
5. O nome “Bloodhound” tem origem na expressão inglesa blooded hound, que significa “cão de sangue puro”, uma referência à linhagem nobre e criteriosamente controlada. Registros históricos indicam que o termo já era usado na literatura antes de 1350 d.C.
6. É chamado de "cão de Santo Humberto" em homenagem a François Hubert, padroeiro dos caçadores.
7. Um Bloodhound chamado Tigger entrou para o Guinness Book ao conquistar o recorde mundial de orelhas mais longas já registradas: juntas, medem 69,1 cm.
8. Alguns Bloodhounds atuam em projetos de combate à caça ilegal na África, utilizando seu faro excepcional para rastrear caçadores e localizar armas, armadilhas ou outros indícios de atividade criminosa.
Nessas operações, conhecidas como mantrailing, eles seguem rastros humanos por longas distâncias, ajudando equipes de conservação a proteger a fauna local.
Características físicas

Orelhas
Extremamente longas, finas e macias ao toque, com as pontas voltadas para dentro e para trás.
Boca
Mandíbulas fortes, com mordedura em tesoura, os lábios são grossos e bem caídos.
Olhos
De formato losangular, devido à queda natural da pálpebra inferior.
Pelagem
Curta, densa, firme e bem assentada ao corpo, com textura suave e fácil manutenção.
Corpo
Porte poderoso, estrutura óssea robusta e pele muito solta, especialmente na cabeça e pescoço.
Alimentação
Por ser um cão de porte grande, crescimento rápido e alta resistência física, o Bloodhound precisa de uma dieta que apoie ossos fortes, articulações saudáveis e energia estável ao longo do dia, sem favorecer o ganho excessivo de peso.
Sua anatomia de peito profundo também exige atenção para evitar problemas como a torção gástrica, tornando indispensável o fracionamento das refeições.
O ideal é oferecer uma ração específica para raças grandes, ajustada à idade (filhote, adulto ou sênior) e ao nível de atividade, preferencialmente do tipo Super Premium, que já fornece todos os nutrientes essenciais na quantidade certa, como:
Qual a quantidade de ração ideal para um Bloodhound?
De forma geral, um Bloodhound adulto consome de 4 a 8 xícaras de ração seca por dia, variando conforme peso, idade e nível de atividade.
O ideal é dividir essa quantidade em duas ou três porções menores, controlar o consumo de água logo após as refeições, além de evitar brincadeiras ou exercícios intensos antes e depois de comer.
Sempre consulte um médico-veterinário para ajustar a dieta conforme as características e necessidades do seu cão.
Higiene e manutenção
O nível de cuidado com a higiene do Bloodhound é alto e deve ser mantido de forma constante.
Embora sua pelagem curta exija apenas escovações semanais, a raça demanda atenção especial a regiões que acumulam saliva, umidade e sujeira, como as orelhas longas, as dobras faciais e os lábios caídos.
Sem a limpeza regular, essas áreas podem gerar mau cheiro, infecções e desconforto. Para manter uma rotina de higiene bem estruturada é essencial criar um cronograma para os seguintes cuidados:
Escovação semanal para manter a pele saudável
Mesmo com pelo curto, o Bloodhound solta pelos o ano todo, com duas trocas mais intensas ao ano.
Para controlar a queda e manter a higiene, a escovação semanal com luvas de borracha ou escovas de cerdas macias ajuda a remover pelos soltos, distribuir a oleosidade natural e estimular a circulação da pele.
Durante os períodos de queda intensa, é recomendado aumentar a frequência para 2 a 3 vezes por semana.
Banhos ocasionais e atenção à secagem
O banho no Bloodhound pode ser realizado a cada 30 a 45 dias, utilizando sempre shampoos e condicionadores veterinários para peles sensíveis.
Apesar de serem banhos ocasionais, a área ao redor do peito e do focinho pode precisar de limpezas mais frequentes, até diárias, quando houver acúmulo de baba e mau cheiro.
A secagem completa das dobras da pele também é muito importante, principalmente na região do rosto e no pescoço, indispensável para prevenir dermatites por umidade.
Por conta do porte, peso e possível resistência à água, o apoio de um profissional facilita o manejo e garante segurança.
Conte com os serviços de Banho e Tosa da Pet Anjo, disponíveis nas unidades Cobasi. São especialistas no manejo de raças grandes, garantindo higiene segura e bem-estar durante todo o processo.
Controle diário da baba e limpeza do rosto
Devido aos lábios soltos e caídos, o Bloodhound tem alta tendência a babar, especialmente após comer, beber ou se exercitar.
Para evitar mau cheiro e acúmulo de umidade, limpe a boca, o queixo e o pescoço várias vezes ao dia com toalhas limpas ou lenços umedecidos veterinários.
Bandanas podem ser usadas para absorver o excesso de baba, devendo ser trocadas sempre que ficarem úmidos.
Se o cão balançar a cabeça, a saliva pode se espalhar facilmente pelo ambiente. Por isso, manter essa rotina de higiene é essencial para a saúde da pele e a limpeza da casa.
Cuidados diários com as dobras faciais
O Bloodhound é conhecido pelas orelhas longas e caídas e pela pele solta, que forma rugas profundas ao redor da cabeça, focinho e pescoço, características que exigem atenção redobrada à higiene.
Essas dobras acumulam facilmente umidade, saliva e restos de comida, criando um ambiente propício para dermatites, fungos e bactérias.
Para prevenir problemas de pele, limpe as dobras faciais diariamente com lenço umedecido próprio para cães. Em seguida, seque completamente a região, especialmente após banhos, refeições ou momentos de brincadeira em que o cão possa ter molhado o rosto.
Manter essa rotina de cuidado é fundamental para evitar odores desagradáveis, coceiras e infecções.
Limpeza dos olhos
O Bloodhound, por ter pálpebras inferiores caídas, pode acumular secreções e sofrer irritações oculares com mais facilidade. A limpeza regular é fundamental para prevenir inflamações e desconfortos.
Faça a higienização de 2 a 3 vezes por semana usando soro fisiológico ou lenços oftálmicos veterinários, sempre limpando do canto interno para o externo.
Se houver secreção excessiva, vermelhidão ou coceira, procure um médico-veterinário para avaliar a causa. Alterações oculares não tratadas podem evoluir para problemas mais sérios.
Em períodos de pólen ou poeira intensa, o veterinário pode indicar o uso de colírios lubrificantes para evitar ressecamento das pálpebras.
Higiene das orelhas longas
As orelhas longas e caídas do Bloodhound, embora charmosas, exigem atenção redobrada. Quando o cão se inclina, elas podem arrastar no chão, na comida ou na água, acumulando sujeira, umidade e restos de alimento.
Condições que favorecem o desenvolvimento de bactérias, fungos e infecções de pele.
A limpeza deve ser feita regularmente, abrangendo tanto a parte interna (canal auditivo) quanto a externa, para prevenir otite canina e lesões que possam evoluir para dermatoses profundas.
Tutores, esse cuidado é muito importante! Verifique semanalmente sinais de alerta como mau odor, secreção amarelada/esverdeada, vermelhidão ou dor ao toque. Caso identifique qualquer alteração, procure atendimento veterinário imediatamente.
Higiene bucal regular
Assim como em qualquer raça, a saúde bucal do Bloodhound deve ser uma prioridade. A escovação dos dentes deve ser feita de 2 a 3 vezes por semana com escova e pasta específicas para cães petiscos dentais podem complementar o cuidado, auxiliando na remoção mecânica da placa bacteriana, mas não substituem a escovação.
Iniciar esse hábito desde filhote facilita a adaptação e torna o momento mais tranquilo tanto para o cão quanto para o tutor.
Além de ser essencial para prevenir o acúmulo de tártaro, mau hálito e doenças periodontais, problemas que podem afetar não apenas a boca, mas também órgãos internos.
Saúde
O Bloodhound é um cão de trabalho robusto, mas seu porte grande, peito profundo e características anatômicas particulares o tornam predisposto a certas doenças ortopédicas, gástricas, oculares, neurológicas, auditivas e dermatológicas.
A prevenção, o diagnóstico precoce e o acompanhamento veterinário regular são essenciais para manter a qualidade de vida da raça, especialmente quando entram na fase sênior.
Quais são as doenças mais comuns no Bloodhound?
Entre as condições de saúde que mais afetam a raça estão:
Como manter a saúde do Bloodhound em dia?
Manter um Bloodhound saudável exige atenção constante à prevenção de doenças, identificação precoce de problemas e acompanhamento veterinário regular.
Por se tratar de uma raça grande, com predisposição a certas condições, os cuidados devem ser consistentes ao longo de toda a vida.
Acompanhamento veterinário regular
O check-up veterinário é indispensável para detectar alterações antes que causem sintomas evidentes. O ideal é realizar uma avaliação completa ao menos uma vez por ano ou a cada seis meses em cães idosos.
Esses cuidados aumentam a chance de diagnósticos precoces e tratamento eficaz, contribuindo para a qualidade e a expectativa de vida do Bloodhound.
Controle de peso e alimentação balanceada
O excesso de peso sobrecarrega articulações, aumenta o risco de displasia e favorece problemas cardíacos e metabólicos. Ofereça ração de qualidade, respeite as porções recomendadas e evite petiscos calóricos.
Se estiver em dúvida sobre o peso ideal do seu Bloodhound, é possível fazer uma avaliação rápida em casa usando o "teste da costela", que faz parte do score corporal utilizado por veterinários.
O ideal é que os cães da raça se mantenham entre os níveis 4 e 5 (corpo bem definido, cintura visível e costelas palpáveis, mas não aparentes).
Prevenção contra a Dilatação Gástrica-Volvo (DGV)
Para reduzir as chances do Bloodhound desenvolver a torção gástrica:
Em cães predispostos, o veterinário pode indicar a gastropexia preventiva (cirurgia que fixa o estômago para reduzir o risco do problema).
Saúde ocular
Inspeções frequentes ajudam a identificar sinais precoces, como vermelhidão, secreção, lacrimejamento ou alteração na visão. Ao notar qualquer alteração, procure atendimento veterinário para diagnóstico e tratamento adequados.
Proteção antiparasitária
A pelagem densa e o hábito de explorar ambientes externos tornam o Bloodhound mais suscetível a infestações por pulgas, carrapatos e vermes.
O protocolo preventivo deve ser contínuo e adaptado ao estilo de vida, com uso de produtos tópicos, orais ou coleiras de ação prolongada, sempre sob orientação veterinária.
vermífugos periódicos e higienização do ambiente, incluindo áreas de descanso e quintais, são indispensáveis.
Mesmo sem sinais visíveis, o cão pode abrigar parasitas por semanas, colocando em risco sua saúde e a da família, já que algumas doenças transmitidas por carrapatos também afetam humanos. Formas comuns de prevenção são:
Atividade física moderada e estímulo mental
O Bloodhound aprecia caminhadas tranquilas e exercícios que envolvam o faro. Atividades de baixo impacto ajudam a preservar as articulações, enquanto brinquedos interativos e jogos de busca mantêm o cão mentalmente estimulado e emocionalmente equilibrado.
Enriquecimento ambiental
Viver em um ambiente estimulante é fundamental para o bem-estar do Bloodhound. Desafios olfativos, brinquedos recheáveis e mudanças sutis no ambiente incentivam a exploração segura.
Assim como interações com outros cães também são benéficas. Além de evitar o tédio e comportamentos indesejados, o enriquecimento ambiental fortalece o vínculo entre tutor e cão, reduz a ansiedade de separação e contribui para um dia a dia mais saudável.
Vacinação
O calendário vacinal é um dos pilares da saúde dos cães, ajudando a proteger contra doenças graves, altamente contagiosas e, em alguns casos, fatais.
Não tenha dúvidas sobre quais vacinas aplicar, quando reforçar e como proteger seu Bloodhound durante toda a vida. Confira nosso infográfico exclusivo com o calendário de vacinação completo.

Adestramento
Treinar um Bloodhound exige paciência, consistência e, acima de tudo, uma abordagem positiva.
Apesar de inteligentes e dispostos a agradar, são cães com um instinto de farejamento muito forte que pode desviá-los do foco com facilidade. Sem uma orientação precoce e constante, podem ser bastante teimosos.
O tutor deve assumir uma postura firme, mas gentil, para ganhar o respeito e a cooperação do cão. E claro, investir no reforço positivo, com petiscos, elogios e carinhos.
Comece cedo
O período entre 8 e 16 semanas de idade é ideal para introduzir comandos básicos e socialização. Ensinar “senta”, “fica”, “vem” e “junto” desde cedo evita problemas de comportamento na fase adulta, como puxar excessivamente a guia ou ignorar chamadas.
Além disso, é nessa fase que você consegue acostumar o cão com cuidados regulares de higiene, como escovação, limpeza das orelhas e olhos, por exemplo.
Sessões curtas e objetivas
O Bloodhound aprende melhor em treinos rápidos, de no máximo 10 a 15 minutos, repetidos algumas vezes ao dia. A concentração deles é limitada, especialmente quando há estímulos olfativos ao redor. Trabalhe um comando por vez para evitar confusão.
Consistência é fundamental
Use sempre as mesmas palavras para cada comando e mantenha regras claras. Se hoje o sofá é proibido, não permita acesso amanhã. A falta de coerência entre as orientações atrapalha o aprendizado e aumenta a frustração.
Controle do instinto de farejar
Como cães de rastreamento, eles tendem a seguir odores sem pensar duas vezes. Ensinar comandos de atenção, como “olha”, e praticar exercícios de faro de forma controlada ajuda a canalizar esse comportamento para momentos e locais seguros.
Paciência e vínculo
O adestramento do Bloodhound é um trabalho de longo prazo. Ao manter a calma e valorizar cada progresso, o tutor transforma o treino em um momento de conexão e parceria, e não apenas em uma tarefa.
Adestradores profissionais podem ajudar!
Uma boa dica para quem deseja acelerar o processo e evitar erros é contar com o apoio de adestradores, como os da Pet Anjo.
São profissionais que entendem as necessidades específicas de cães de grande porte e com perfil independente como o Bloodhound, conduzindo o treinamento de forma segura e eficaz.
Filhotes de Bloodhound
Os filhotes de Bloodhound são curiosos, brincalhões e cheios de energia. Receber um desses pequenos exploradores em casa exige preparo e paciência, já que eles crescem rápido e têm necessidades específicas desde cedo.
Nos primeiros meses, alguns cuidados são essenciais para garantir um desenvolvimento saudável e equilibrado:
Importante! Apesar do entusiasmo e da vontade de explorar, o nível de exercício dos filhotes deve ser adaptado à idade para não sobrecarregar articulações em formação.
O que não pode faltar na rotina do filhote de Bloodhound?
Para receber um filhote de Bloodhound, existem alguns itens que são essenciais desde o primeiro dia. Para facilitar, separamos alguns produtos que não podem faltar na rotina do pet:
Com esses itens, uma rotina de socialização positiva, exercícios moderados e acompanhamento veterinário, seu filhote de Bloodhound terá tudo o que precisa para se desenvolver com saúde e bem-estar.
Quer saber mais sobre tudo o que é essencial para o filhote? Confira nosso guia completo sobre enxoval para filhotes no Blog da Cobasi.

Perguntas frequentes
Qual a expectativa de vida do Bloodhound?
A expectativa de vida média é de 10 a 12 anos, podendo variar conforme genética, cuidados preventivos, alimentação e nível de atividade física.
Bloodhound podem morar em apartamento?
Não é o cenário ideal, mas é possível se o tutor estiver disposto a garantir atividades estimulantes, exercícios diários e passeios. O espaço interno precisa ser seguro e adaptado para uma raça grande.
Mas, vale dizer, uma casa com um ambiente grande e adequado é o melhor ambiente para a raça.
Bloodhounds se dão bem com crianças?
Sim, costumam ser afetuosos e pacientes, principalmente se socializados desde cedo. Mas, devido ao porte e força, podem derrubar crianças pequenas sem querer. A supervisão é fundamental, especialmente com menores de 5 anos.
O Bloodhound é ativo?
Muito! Apesar da fama de “cão preguiçoso” de filmes, é uma raça enérgica, criada para trabalho e rastreamento. Precisa gastar energia diariamente para evitar o tédio e comportamentos destrutivos.
O Bloodhound baba muito?
Sim, especialmente após beber água, comer ou se agitar. É comum tutores carregarem toalhas para limpar a baba e manter a casa mais organizada.
O Bloodhound late muito?
Não costuma latir de forma exagerada, mas tem uma voz grave, profunda e inconfundível. Geralmente vocaliza quando encontra um rastro interessante ou para chamar a atenção, o que pode ser escutado à distância.









